El Partido Social Democrático (PSD) oficializó este domingo en São Paulo la candidatura presidencial de Ronaldo Caiado, de 76 años, ex gobernador de Goiás y una de las figuras más consolidadas del centroderecha brasileño. El anuncio se produjo durante la convención nacional del partido, celebrada en el barrio paulista de Bela Vista, un día después de que el Partido Liberal (PL) hiciera lo propio con la candidatura de Flávio Bolsonaro, hijo del ex presidente Jair Bolsonaro.Junto a Caiado competirá como candidato a la vicepresidencia Gilberto Kassab, presidente nacional del PSD, con lo que la fórmula quedó integrada exclusivamente por dirigentes del propio partido, sin alianzas con otras fuerzas políticas. Kassab había señalado semanas antes que eligió a Caiado por considerarlo el nombre con más posibilidades de llegar a una segunda vuelta frente al presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Durante su discurso ante militantes y dirigentes partidarios, Caiado pidió a los electores “una oportunidad” para construir un país distinto y advirtió que Brasil “no puede optar por las figuras más rechazadas de la política nacional”, en referencia directa a Lula y a Flávio Bolsonaro.
El ex gobernador insistió en que su candidatura representa una alternativa frente a la polarización que, según dijo, ambos sectores alimentan de forma deliberada.En una rueda de prensa previa al acto, Caiado acusó al Gobierno de Lula y al entorno de Bolsonaro de sostener sus campañas mediante “crisis inútiles” que desvían la atención de los problemas estructurales del país. También criticó al oficialismo por, a su juicio, provocar de forma innecesaria al presidente de Estados Unidos, Donald Trump, y reprochó a los seguidores del senador ultraderechista los ataques contra autoridades brasileñas.Caiado disputa la Presidencia por segunda vez en su carrera. Su primer intento se remonta a 1989, cuando obtuvo apenas el 0,72% de los votos y terminó en el décimo lugar de aquella elección, la primera directa tras el fin de la dictadura militar.
Desde entonces construyó una trayectoria de más de tres décadas como diputado federal, senador y gobernador de Goiás, cargo que ejerció durante dos mandatos consecutivos y al que renunció en marzo pasado para dedicarse de lleno a la campaña presidencial.Su llegada a la candidatura del PSD se definió tras la renuncia del gobernador de Paraná, Ratinho Junior, conside… Aldo Rebelo, ex-ministro Marília Barbosa/g1 O ex-ministro e ex-deputado federal Aldo Rebelo (DC) participa neste domingo (26) da convenção nacional do PSD, na capital paulista. O evento vai oficializar a candidatura à Presidência da República do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado.
Aldo Rebelo disse ter ido levar um abraço ao "amigo de muito tempo" Caido. "A presença dele [Caiado] na disputa presidencial eleva a qualidade do debate", disse o ex-ministro. "Trabalhamos juntos na Câmara dos Deputados em momentos importantes, como na relatoria do Código Florestal, que eu era o relator, e o Caiado foi uma figura presente e importante, ajudando a fazer o debate sobre esses dois desafios, que é produzir alimentos e proteger o meio ambiente." Aldo trava uma disputa interna no Democracia Cristã para lançar o nome dele também a presidente.
"O meu partido ainda vai realizar a sua convenção dentro de alguns dias. Há um processo judicializado sobre a minha pré-candidatura, mas a presença do Caiado é uma boa notícia para as eleições presidenciais no Brasil", disse Aldo, que teve o nome no DC substituído pelo ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa. “Houve uma substituição da minha candidatura por uma decisão unilateral do presidente do partido, isso foi judicializado, eu reivindiquei na Justiça o direito de ir à convenção, me foi concedido já por duas vezes.
Em retaliação, o presidente do partido tentou um processo de expulsão que foi anulado. Hoje o partido está proibido de qualquer reação contra a minha pré-candidatura, mas eu vou aguardar a convenção para tomar uma decisão final", disse Aldo. O ex-ministro disse que, se conseguir concretizar a candidatura dele a presidente, terá como prioridade uma proposta para "desinterditar" o Brasil.
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