O relato da jovem que trava batalha judicial para retirar nome da mãe de todos documentos O Fantástico entrevistou a mãe da jovem que tenta retirar o nome dela dos documentos. Acusada pela filha de violência física, negligência e omissão diante de abusos sexuais durante a infância e adolescência, Patrícia Alves Duque negou as acusações e disse que Heloísa teria criado as histórias para deixar a casa da família e viver com o pai. 'Nunca recebi um abraço': o relato da jovem que trava batalha judicial para retirar nome da mãe de todos documentos Heloísa entrou na Justiça para retirar dos registros civis qualquer menção à maternidade de Patrícia.
A jovem, que mudou oficialmente de nome após nascer como Larissa, afirma que deseja romper definitivamente os vínculos com uma relação que classifica como traumática. Segundo ela, ter de informar o nome da mãe em hospitais, cadastros e documentos faz com que reviva lembranças dolorosas. Durante entrevista por telefone, Patrícia disse não se opor ao pedido da filha para retirar seu nome dos documentos.
"Por mim tudo bem, ela sempre quis isso", afirmou. Questionada sobre o motivo do rompimento, Patrícia respondeu que os conflitos começaram quando a filha ainda era criança. "Ela quis, ela inventou uma história sobre mim e minha mãe para querer morar com o pai dela", declarou.
Acusações rejeitadas Entre os relatos apresentados por Heloísa está a acusação de que a mãe teria colocado fogo na cama onde ela estava quando tinha cinco anos. Ao ser confrontada sobre o episódio, Patrícia negou. "Uma pessoa de cinco anos vai lembrar disso?
Em seguida, admitiu que um cigarro pode ter provocado um incêndio acidental no colchão. "Eu estava fumando e deixei o cigarro cair na cama." Patrícia também rejeitou as acusações mais graves feitas pela filha, segundo as quais teria recebido dinheiro de homens que abusavam sexualmente dela e das irmãs. "Quem é a mãe que vai vender a filha por 50 reais, 20 reais?
Isso daí é invenção da Larissa", afirmou. Denúncias e investigação Os relatos de Heloísa apontam para um histórico de denúncias iniciado ainda na infância. Documentos do Conselho Tutelar registram que, aos 11 anos, ela procurou ajuda para relatar agressões contra ela e os irmãos.
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