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Quem era o policial penal morto a tiros em SP: 'Não media esforços para ajudar os outros', diz irmã

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Tarso Esdra de Moura, de 44 anos, foi encontrado morto com marcas de tiro no domingo (26), em São Paulo. Ele trabalhava na unidade prisional de Aguaí. Redes sociais Um irmão dedicado, um pai amoroso e um trabalhador incansável.

É assim que a família lembra de Tarso Esdra de Moura , 44 anos, policial penal da unidade prisinoal de Aguaí (SP). Ele foi encontrado morto com marcas de tiros e sinais de violência, no domingo (26), às margens da Rodovia Raposo Tavares, na Zona Oeste de São Paulo. Leia também: Policial penal é encontrado morto com marcas de tiros na Rodovia Raposo Tavares, em SP O corpo do policial penal foi sepultado nesta quarta-feira (29), no Cemitério Vila Rio, em Guarulhos.

A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a família da vítima registrou o desaparecimento do policial penal no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), no domingo (26). O caso é investigado por meio de Inquérito Policial instaurado pelo DHPP, que realiza diligências para esclarecer os fatos.

De acordo com a Associação Nacional de Policiais Penais (Appen) , um suspeito de participar do crime foi preso. Agora no g1 Mais notícias da região: RIO CLARO: PM prende 4 suspeitos após morte de jovem baleado em casamento cigano no interior de SP CONCHAL: Escorpiões seguem aparecendo e preocupam moradores após morte de criança no interior de SP Incêndio que destruiu veículos de prefeitura no interior de SP deixa prejuízo de R$ 10 milhões; situação de emergência é decretada Irmão dedicado Segundo o relato da irmã, Talita Priscila, Tarso trabalhou em Aguaí e dedicou a vida a cuidar de quem amava, sem medir esforços para ajudar os outros e garantir um futuro melhor para o filho autista de 3 anos. A família conta que Tarso sonhava em oferecer uma vida melhor ao menino e também aos pais.

Não media esforços para ajudar quem precisasse. "Ele sonhava ter uma vida melhor, se desdobrava para dar o melhor para o filho e meus pais. Não media esforço para ajudar os outros, para ele não tinha hora nem distância quando alguém precisava de ajuda", disse a irmã.

Carreira e família De acordo com a família, depois de Tarso ser aprovado no concurso da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), construiu a carreira como policial penal, se casou e, 10 anos depois, realizou outro grande…

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