O promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do coordenador de presídios Roberto Medina, da Secretaria de Administração Penitenciária. Montagem/g1/Reprodução/TV Globo A denúncia apresentada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra quatro suspeitos de integrar um núcleo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) detalha a função que cada um deles exerceria no monitoramento do promotor de Justiça Lincoln Gakiya e do secretário de Administração Penitenciária, Roberto Medina. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o grupo atuava de forma organizada, com divisão de tarefas para coletar e repassar informações que poderiam subsidiar atentados contra as autoridades.
De acordo com a denúncia, os quatro integravam, desde pelo menos junho de 2025, uma estrutura do PCC voltada ao levantamento de endereços, rotinas, trajetos, fotografias, vídeos e informações sobre agentes públicos. O material seria encaminhado à chamada "Sintonia Restrita", setor da facção apontado pelo Ministério Público como responsável por coordenar ações estratégicas, incluindo atentados contra autoridades. Entenda o plano descoberto do PCC para matar promotor e coordenador de presídios de SP Dos quatro denunciados, dois já estão presos por outros processos relacionados ao tráfico de drogas.
Wellison Rodrigo Bispo de Almeida, o "Corinthinha", e Sérgio Garcia da Silva, o "Messi", cumprem prisão na Penitenciária de Avaré I. Já Victor Hugo da Silva, o "VH" ou "Falcão", e Adilson Audinir Oliveira Junior, o "Ju Machado", respondem em liberdade. Na denúncia, o MP-SP pediu a prisão preventiva dos dois, sob o argumento de que eles poderiam continuar atuando em favor da organização criminosa.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dos suspeitos denunciados até a última atualização desta reportagem. Veja abaixo quem são os denunciados e qual o papel atribuído a cada um deles pela investigação: Victor Hugo da Silva, o "VH" ou "Falcão" Victor Hugo da Silva, o "VH" ou "Falcão". Reprodução Victor Hugo da Silva, de 20 anos, é apontado pelo MP-SP como o responsável pelo monitoramento de Roberto Medina em Presidente Venceslau, no interior paulista.
Segundo a denúncia, a investigação começou justamente após a prisão dele, em 2025, quando um celular apreendido revelou mensagens, fotografias, vídeos, pesquisas sobre veículos e registros relacionados à rotina do coo…
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