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A fabricated scheme, a group with a fake teacher, and a professional-looking website: how the sophisticated scheme that caused a retiree to lose R$ 37 million worked.

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Aposentada perde R$ 37 milhões em golpe de falsa plataforma de investimentos no RS Uma mulher de 70 anos perdeu R$ 37 milhões em um esquema sofisticado que convencia vítimas a fazerem supostos investimentos, mas o dinheiro era subtraído pelos golpistas. A idosa recebeu uma herança e usou os recursos devido a promessas de lucros altos. A polícia também identificou 140 possíveis vítimas da fraude espalhadas pelo Brasil.

🚨 A orientação da polícia é desconfiar de promessas de rentabilidade muito acima do mercado, plataformas sem credenciais verificáveis e pedidos de novos depósitos para liberar valores que já teriam sido investidos. Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil deflagrou a Operação Criptoabate, contra suspeitos de integrar a organização criminosa investigada por estelionato mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. Na manhã desta sexta (14), um dos suspeitos de comandar o esquema foi preso no Rio de Janeiro.

📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp De acordo com o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), uma das instituições financeiras investigadas movimentou, em um único dia, R$ 295 milhões. A investigação também identificou uma empresa em São Paulo com movimentação atípica de R$ 500 milhões no período investigado. Segundo a Polícia Civil, transações suspeitas feitas pelos investigados somam R$ 30 bilhões.

A fraude é conhecida internacionalmente como "pig butchering", ou "golpe do abate de porcos". A prática tem origem no sudeste asiático, em países como Laos, Camboja e Mianmar, conforme a Polícia Civil. De acordo com a polícia, os investigados se passavam por funcionários de uma empresa identificada como TDASX, que fechou após o início das investigações.

O g1 tenta contato com os responsáveis pela TDASX, mas não os havia localizado até a última atualização da reportagem. Vítima transferiu patrimônio ao longo de 6 meses Mesmo com os avisos de seu corretor oficial, ela decidiu fazer as transferências. O convencimento ocorreu ao longo de seis meses, período em que a vítima migrou todo o seu capital de uma corretora regular para a plataforma fraudulenta.

Segundo o chefe do Departamento de Crimes Cibernéticos, delegado Eibert Moreira, a vítima tinha histórico de investimentos e perfil considerado agressivo, com preferência por ativos de maior rentabilidade. Conforme o delegado, além da herança, a vítima perdeu também pa… A Polícia Civil também identificou 140 possíveis vítimas da fraude espalhadas pelo Brasil.

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